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Paleontologia

Paleontologia (do grego palaiós= antigo + óntos= ser + lógos= estudo) é a especialidade da biologia que estuda a vida do passado da Terra e o seu desenvolvimento ao longo do tempo geológico, bem como os processos de integração da informação biológica no registro geológico, isto é, a formação dos fósseis. O biológo ou geólogo responsável pelos estudos dessa ciência é denominado de paleontólogo.

Fósseis de Trilobitas - Fósseis são objetos estudados pela Paleontologia

A vida na Terra surgiu cerca de 3,8 bilhões de anos e, desde então, restos de animais e vegetais ou indícios das suas atividades ficaram preservados nas rochas. Estes restos e indícios são denominados fósseis e constituem o objeto de estudo da Paleontologia.

A paleontologia desempenha um papel importante nos dias de hoje. Já não é a ciência hermética, restrita aos cientistas e universidades. Todos se interessam pela história da Terra e dos seus habitantes durante o passado geológico, para melhor conhecerem as suas origens. O objeto imediato de estudo da Paleontologia são os fósseis, pois são eles que, na atualidade, encerram a informação sobre o passado geológico do planeta Terra. Por isso se diz frequentemente que a paleontologia é, simplesmente, a ciência que estuda os fósseis. Contudo, esta é uma definição redutora, que limita o alcance da Paleontologia, pois os seus objetivos fundamentais não se restringem ao estudo dos restos fossilizados dos organismos do passado. A Paleontologia não procura apenas estudar os fósseis, procura também, com base neles, entre outros aspectos, conhecer a vida do passado geológico da Terra.

Uma vez que os fósseis são objetos geológicos com origem em organismos do passado, a paleontologia é a disciplina científica que estabelece a ligação entre as ciências geológicas e as ciências biológicas. Conhecimentos acerca da Geografia são de suma importância para a paleontologia, entre outros, através desta pode relacionar-se o posicionamento e distribuição dos dados coligidos pelo globo.

Índice

A informação sobre a vida do passado geológico está contida nos fósseis e na sua relação com as rochas e os contextos geológicos em que ocorrem. O mundo biológico que hoje conhecemos é o resultado de milhares de milhões de anos de evolução. Assim, só estudando paleontologicamente o registo fóssil — o registo da vida na Terra — é possível entender e explicar a diversidade, a afinidade e a distribuição geográfica dos grupos biológicos actuais. Este tipo de estudo tornou-se viável através dos trabalhos de Georges Cuvier, que, mediante a aplicação das suas leis da anatomia comparada, comprovou o fenómeno da extinção e da sucessão biótica. Estas leis permitiram as reconstruções paleontológicas dos organismos que frequentemente eram encontrados no registo fossilífero somente de forma fragmentada, ou mesmo, apenas algumas partes fossilizadas. Desta maneira, os resultados dos trabalhos de Georges Cuvier possibilitaram, posteriormente, a elaboração de sequências evolutivas, que foram fundamentais para a defesa do evolucionismo.

Com base no princípio de que "o presente é a chave do passado", enunciado por Charles Lyell, partindo do conhecimento dos seres vivos atuais e ainda do seu estudo biológico, é possível extrapolar-se muita informação sobre os organismos do passado, como o modo de vida, tipo trófico, de locomoção e de reprodução, entre outros, e isso é fundamental para o estudo e a compreensão dos fósseis.

A partir dos fósseis, uma vez que são vestígios de organismos de grupos biológicos do passado que surgiram e se extinguiram em épocas definidas da história da Terra, pode fazer-se a datação relativa das rochas em que ocorrem e estabelecer correlações (isto é, comparações cronológicas, temporais) entre rochas de locais distantes que apresentem o mesmo conteúdo fossilífero. O estudo dos fósseis e a sua utilização como indicadores de idade das rochas são imprescindíveis, por exemplo, para a prospecção e exploração de recursos geológicos tão importantes como o carvão e o petróleo.

A paleontologia divide-se, conceitualmente, em diversas áreas, como por exemplo a paleobiologia, uma área que estuda os conceitos evolutivos e ecológicos e foca-se menos na identificação de fósseis. É no seio da Paleobiologia que se insere a paleozoologia, o estudo dos fósseis de animais, e a paleobotânica, o estudo dos fósseis de plantas. Basicamente, qualquer disciplina biológica aplicada aos organismos do passado geológico, por via do estudo dos fósseis, constitui uma subdisciplina paleobiológica: paleoecologia (que estuda os ecossistemas do passado), paleobiogeografia, paleoanatomia, paleoneurologia, paleomastozoologia, etc.

Outras disciplinas paleobiológicas transversais, que não estão limitadas a um dado grupo taxonómico, são, por exemplo:

  • Micropaleontologia — que estuda os fósseis de organismos ou parte deles que necessitam de microscópio para serem visualizados;
  • Paleoicnologia — que estuda os vestígios fósseis, por exemplo, pegadas;
  • Tafonomia — que ainda se divide em Bioestrationomia, Diagênese e Tectônica, estuda a integração da informação biológica no registo geológico, ou seja, a formação dos fósseis e das jazidas fossilíferas e do registo paleontológico;
  • Biocronologia — que estuda o desenvolvimento temporal (a cronologia) dos eventos paleobiológicos, bem como as relações temporais entre entidades paleobiológicas (os organismos do passado) e/ou tafonómicas (os fósseis);
  • Sistemática — que estuda a classificação de espécies fósseis.

Ainda se faz uma subdivisão da paleobotânica e da micropaleontologia constituindo a paleopalinologia, que se dedica ao estudo de pólen e esporos, importantes para a datação.

Os arqueólogos diferenciam-se dos paleontólogos porque não trabalham com restos de seres vivos - é uma ciência social. Um arqueólogo estuda as culturas e os modos de vida humana do passado a partir da análise de vestígios materiais. Um paleontólogo, entre outras coisas, é um biólogo ou geólogo, e estuda restos ou vestígios de diversas formas de vida (animal, vegetal, etc.) através da análise do que restou delas e da sua atividade biológica: pisadas, coprólitos, bioturbações, fósseis ósseos, etc.

A paleontologia estuda todos os organismos que viveram na Terra, incluindo a evolução primata-homem, mas não o ser humano como o conhecemos hoje, pois o estudo e seguimento da vida antropo-cultural restringe-se a disciplinas ligadas à Arqueologia, à Paleoantropologia, à Biologia e à Medicina. Normalmente, a Paleontologia estuda organismos mortos há mais de 11 000 anos; quando os vestígios ou restos possuem menos de 11 000 anos, podem ser denominados de subfósseis. De uma maneira muito simplificada, um paleontólogo estuda os restos ou vestígios de seres vivos desde o início da vida na Terra até hoje, incluindo os restos de hominídeos.

Ver artigo principal: História evolutiva da vida
Mais informações: Cronologia da evolução

A história evolutiva da vida remonta há mais de 3,8 bilhões de anos. A Terra foi formada há cerca de 4,57 bilhões de anos e após a colisão que formou a Lua, uma grande quantidade de vapores de água foi liberadas pelos vulcões e milhões de anos depois, com o resfriamento gradual da atmosfera terrestre o vapor se condensou e se precipitou na forma de chuva. A evidência mais clara da existência da vida na Terra data de cerca de 3 bilhões de anos, embora existam relatos do fóssil de uma bactéria de 3,4 bilhões de anos e de evidências geológicas da existência de vida há 3,8 bilhões de anos. Alguns cientistas admitem a hipótese da panspermia, onde a vida na Terra tenha iniciado através de meteoritos que abrigavam formas de vida primárias, mas a maioria das pesquisas concentra-se em várias explicações de como a vida poderia ter aparecido de forma independente na Terra.

Esta textura em forma de "pele de elefante" é um vestígio fóssil de um tapete microbiano de não-estromatólitos A imagem mostra a localização, no Leito Burgsvik na Suécia, em que a textura foi identificado pela primeira vez.

Por cerca de 2 bilhões de anos os tapete microbiano, colônias de várias camadas de diferentes tipos de bactérias, eram forma de vida dominante na Terra. A evolução da fotossíntese aeróbica os habilitou a desempenhar um papel importante na oxigenação da atmosfera há 2,4 bilhões de anos. Esta mudança na atmosfera aumentou sua eficácia como berçário da evolução. Enquanto os eucariontes, células com estruturas internas complexas, poderiam estar presentes no início, a sua evolução acelerada quando eles adquiriram a capacidade de transformar o oxigênio a partir de um veneno. Essa inovação pode ser herança dos eucariontes primitivos que transformavam o oxigênio saturado de bactérias através da Endossimbiose e transformando-os em organelos chamados mitocôndria. A evidência mais antiga de complexos eucariontes com organelos como a mitocôndria data de cerca de 1,85 bilhões de anos.

A vida multicelular é composta apenas por células eucarióticas e sua evidência mais antiga é do Grupo fóssil de Francevillian de 2,1 bilhões de anos, embora a especialização das células para diferentes funções aparece pela primeira vez entre 1,43 bilhões de anos (um possível Fungi) e 1,2 bilhões de anos (provavelmente uma alga vermelha. A reprodução sexuada pode representar um pré-requisito à especialização das células, como um organismo multicelular assexuado pode estar em risco de ser tomado por células desonestas que retêm a capacidade de se reproduzir.

Opabinia fez a maior contribuição individual para despertar o interesse na explosão cambriana.
Ver artigo principal: História da paleontologia

Na Idade Média, os fósseis eram considerados criaturas misteriosas e devido ao forte contexto religioso da época, muitos consideravam os fósseis como resultados de experimentos divinos para criar formas de vida “superiores” ou que eles eram uma amostra do poder da criação. Acredita-se que os gregos foram os primeiro que vincularam esses vestígios às formas de vida pretéritas. Mas ainda, pouco se sabia sobre leis e processos que ocorrem na Natureza. A partir do século XVII, houve grandes avanços no pensamento geológico, os quais foram fundamentais para o nascimento da Paleontologia. Nesta época, o estudioso Nicolau Steno concluiu que, a deposição de estratos rochosos ocorre sempre por ordem cronológica da base (a mais antiga) para o topo (a mais recente) da coluna estratigráfica. Esse princípio, chamado princípio da sobreposição das camadas, embora pareça simples foi um grande progresso para a geologia e é um dos três princípios básicos da estratigrafia.

Mais informações: Cronologia da paleontologia
Ilustração de uma mandíbula de um elefante indiano e de um mamute (topo) do artigo de 1796 de Cuvier.

Embora a paleontologia tenha se estabelecido como ciência no início do século XIX, pensadores antigos já tinham registros da observação de fósseis. O filósofo grego Xenófanes (570–475 a.C) concluiu através da observação de fósseis de animais marinhos encontrados em localidades distantes do mar, que na antiguidade estes locais estiveram submersos.

Na idade moderna europeia, o estudo sistemático dos fósseis emergiu como parte das mudanças da filosofia natural que ocorreu com a Revolução Científica. Ao final do século XVIII o trabalho de Georges Cuvier estabeleceu a anatomia comparada como uma disciplina científica, culminando com a publicação de suas principais obras: Lições de anatomia comparada (Leçons d'anatomie comparée) de 1805, Recherches sur les ossemens fossiles (Investigações sobre ossadas fósseis) de 1812. e o Discurso sobre as Revoluções na Superfície do Globo de 1825

O aumento no conhecimento dos registros fósseis também desempenhou um papel crescente no desenvolvimento da geologia, em particular da estratigrafia. A primeira metade do século XIX via a atividade geológica e paleontológica tornar-se cada vez organizada, com o crescimento das sociedades geológicas e dos museus e um aumento dos geólogos e especialistas em fósseis. Interesse aumentado por razões que não eram puramente científicas, como a geologia e paleontologia que ajudaram a encontrar e explorar os recursos naturais, como o carvão.

Isto contribuiu para um rápido aumento do conhecimento sobre a história da vida na Terra e avançar na definição da escala de tempo geológico, em grande parte baseada em evidências fósseis. Em 1822, Henri Marie Ducrotay de Blanville, editor do Journal de Phisique, cunhou o termo "paleontologia" para se referir ao estudo de organismos vivos através de fósseis. Como o conhecimento da história da vida continuou a melhorar, tornou-se cada vez mais óbvio que havia algum tipo de ordem sucessiva para o desenvolvimento da vida. Isto encorajou teorias evolucionistas como a transmutação das espécies. Depois de Charles Darwin publicar A Origem das Espécies, em 1859, muito do foco da paleontologia voltou-se para a compreensão dos caminhos evolucionários, incluindo a evolução humana, e a teoria da evolução.

Haikouichthys, com cerca de 518 milhões de anos pode ser o mais antigo peixe conhecido.

A segunda metade do século XIX viu uma grande expansão da atividade paleontológica, especialmente na América do Norte. Fósseis encontrados na China, perto do fim do século XX têm sido particularmente importantes, pois têm fornecido novas informações sobre a evolução do animais, como os peixes, dinossauros e a evolução da aves. As últimas décadas do século XX tiveram um interesse renovado na extinção em massa e seu papel na evolução da vida na Terra. Havia também um grande interesse na explosão cambriana que, aparentemente, viu o desenvolvimento das estruturas corporais da maior parte dos filos animais. A descoberta de fósseis da biota Ediacarana e o aumento do conhecimento da paleobiologia sobre a história da vida antes do cambriano. Os vertebrados permaneceram num grupo obscuro até o aparecimento do primeiro peixe com mandíbulas no Ordoviciano Superior. A crescente conscientização do trabalho pioneiro de Gregor Mendel sobre a genética levou em primeiro lugar ao desenvolvimento da genética populacional e, em seguida, à síntese evolutiva moderna, que explica a evolução como o resultado de eventos como a mutação e a transferência horizontal de genes, que fornecem a variação genética, com a deriva genética e a seleção natural, levando a mudanças nesta variação ao longo do tempo. Em poucos anos, o papel e o funcionamento do DNA na herança genética foram descobertos, levando ao que hoje é conhecido como o Dogma Central da Biologia Molecular.

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Paleontologia
paleontologia, especialidade, biologia, estuda, vida, passado, terra, desenvolvimento, longo, tempo, geológico, língua, vigiar, editar, grego, palaiós, antigo, óntos, lógos, estudo, especialidade, biologia, estuda, vida, passado, terra, desenvolvimento, longo,. Paleontologia especialidade da biologia que estuda a vida do passado da Terra e o seu desenvolvimento ao longo do tempo geologico Lingua Vigiar Editar Paleontologia do grego palaios antigo ontos ser logos estudo e a especialidade da biologia que estuda a vida do passado da Terra e o seu desenvolvimento ao longo do tempo geologico bem como os processos de integracao da informacao biologica no registro geologico isto e a formacao dos fosseis 1 2 O biologo ou geologo responsavel pelos estudos dessa ciencia e denominado de paleontologo 2 Fosseis de Trilobitas Fosseis sao objetos estudados pela Paleontologia A vida na Terra surgiu cerca de 3 8 bilhoes de anos e desde entao restos de animais e vegetais ou indicios das suas atividades ficaram preservados nas rochas Estes restos e indicios sao denominados fosseis e constituem o objeto de estudo da Paleontologia A paleontologia desempenha um papel importante nos dias de hoje Ja nao e a ciencia hermetica restrita aos cientistas e universidades Todos se interessam pela historia da Terra e dos seus habitantes durante o passado geologico para melhor conhecerem as suas origens O objeto imediato de estudo da Paleontologia sao os fosseis pois sao eles que na atualidade encerram a informacao sobre o passado geologico do planeta Terra Por isso se diz frequentemente que a paleontologia e simplesmente a ciencia que estuda os fosseis Contudo esta e uma definicao redutora que limita o alcance da Paleontologia pois os seus objetivos fundamentais nao se restringem ao estudo dos restos fossilizados dos organismos do passado A Paleontologia nao procura apenas estudar os fosseis procura tambem com base neles entre outros aspectos conhecer a vida do passado geologico da Terra Uma vez que os fosseis sao objetos geologicos com origem em organismos do passado a paleontologia e a disciplina cientifica que estabelece a ligacao entre as ciencias geologicas e as ciencias biologicas Conhecimentos acerca da Geografia sao de suma importancia para a paleontologia entre outros atraves desta pode relacionar se o posicionamento e distribuicao dos dados coligidos pelo globo Indice 1 Importancia 2 Divisoes 3 Diferenca da Arqueologia 4 Resumo da historia da vida 5 Historia da paleontologia 6 Ver tambem 7 Referencias 8 Bibliografia 9 Ligacoes externasImportancia EditarA informacao sobre a vida do passado geologico esta contida nos fosseis e na sua relacao com as rochas e os contextos geologicos em que ocorrem O mundo biologico que hoje conhecemos e o resultado de milhares de milhoes de anos de evolucao Assim so estudando paleontologicamente o registo fossil o registo da vida na Terra e possivel entender e explicar a diversidade a afinidade e a distribuicao geografica dos grupos biologicos actuais Este tipo de estudo tornou se viavel atraves dos trabalhos de Georges Cuvier que mediante a aplicacao das suas leis da anatomia comparada comprovou o fenomeno da extincao e da sucessao biotica Estas leis permitiram as reconstrucoes paleontologicas dos organismos que frequentemente eram encontrados no registo fossilifero somente de forma fragmentada ou mesmo apenas algumas partes fossilizadas Desta maneira os resultados dos trabalhos de Georges Cuvier possibilitaram posteriormente a elaboracao de sequencias evolutivas que foram fundamentais para a defesa do evolucionismo 3 Com base no principio de que o presente e a chave do passado enunciado por Charles Lyell partindo do conhecimento dos seres vivos atuais e ainda do seu estudo biologico e possivel extrapolar se muita informacao sobre os organismos do passado como o modo de vida tipo trofico de locomocao e de reproducao entre outros e isso e fundamental para o estudo e a compreensao dos fosseis A partir dos fosseis uma vez que sao vestigios de organismos de grupos biologicos do passado que surgiram e se extinguiram em epocas definidas da historia da Terra pode fazer se a datacao relativa das rochas em que ocorrem e estabelecer correlacoes isto e comparacoes cronologicas temporais entre rochas de locais distantes que apresentem o mesmo conteudo fossilifero O estudo dos fosseis e a sua utilizacao como indicadores de idade das rochas sao imprescindiveis por exemplo para a prospeccao e exploracao de recursos geologicos tao importantes como o carvao e o petroleo Divisoes EditarA paleontologia divide se conceitualmente em diversas areas como por exemplo a paleobiologia uma area que estuda os conceitos evolutivos e ecologicos e foca se menos na identificacao de fosseis 1 E no seio da Paleobiologia que se insere a paleozoologia o estudo dos fosseis de animais e a paleobotanica o estudo dos fosseis de plantas 1 Basicamente qualquer disciplina biologica aplicada aos organismos do passado geologico por via do estudo dos fosseis constitui uma subdisciplina paleobiologica paleoecologia que estuda os ecossistemas do passado paleobiogeografia paleoanatomia paleoneurologia paleomastozoologia etc Outras disciplinas paleobiologicas transversais que nao estao limitadas a um dado grupo taxonomico sao por exemplo Micropaleontologia que estuda os fosseis de organismos ou parte deles que necessitam de microscopio para serem visualizados 1 Paleoicnologia que estuda os vestigios fosseis por exemplo pegadas 1 Tafonomia que ainda se divide em Bioestrationomia Diagenese e Tectonica estuda a integracao da informacao biologica no registo geologico ou seja a formacao dos fosseis 1 e das jazidas fossiliferas e do registo paleontologico Biocronologia que estuda o desenvolvimento temporal a cronologia dos eventos paleobiologicos bem como as relacoes temporais entre entidades paleobiologicas os organismos do passado e ou tafonomicas os fosseis Sistematica que estuda a classificacao de especies fosseis 1 Ainda se faz uma subdivisao da paleobotanica e da micropaleontologia constituindo a paleopalinologia que se dedica ao estudo de polen e esporos importantes para a datacao 1 Diferenca da Arqueologia EditarOs arqueologos diferenciam se dos paleontologos porque nao trabalham com restos de seres vivos e uma ciencia social Um arqueologo estuda as culturas e os modos de vida humana do passado a partir da analise de vestigios materiais Um paleontologo entre outras coisas e um biologo ou geologo e estuda restos ou vestigios de diversas formas de vida animal vegetal etc atraves da analise do que restou delas e da sua atividade biologica pisadas coprolitos bioturbacoes fosseis osseos etc A paleontologia estuda todos os organismos que viveram na Terra incluindo a evolucao primata homem mas nao o ser humano como o conhecemos hoje pois o estudo e seguimento da vida antropo cultural restringe se a disciplinas ligadas a Arqueologia a Paleoantropologia a Biologia e a Medicina Normalmente a Paleontologia estuda organismos mortos ha mais de 11 000 anos quando os vestigios ou restos possuem menos de 11 000 anos podem ser denominados de subfosseis De uma maneira muito simplificada um paleontologo estuda os restos ou vestigios de seres vivos desde o inicio da vida na Terra ate hoje incluindo os restos de hominideos Resumo da historia da vida Editar Ver artigo principal Historia evolutiva da vida Mais informacoes Cronologia da evolucao A historia evolutiva da vida remonta ha mais de 3 8 bilhoes de anos A Terra foi formada ha cerca de 4 57 bilhoes de anos e apos a colisao que formou a Lua uma grande quantidade de vapores de agua foi liberadas pelos vulcoes e milhoes de anos depois com o resfriamento gradual da atmosfera terrestre o vapor se condensou e se precipitou na forma de chuva 4 A evidencia mais clara da existencia da vida na Terra data de cerca de 3 bilhoes de anos embora existam relatos do fossil de uma bacteria de 3 4 bilhoes de anos e de evidencias geologicas da existencia de vida ha 3 8 bilhoes de anos 5 Alguns cientistas admitem a hipotese da panspermia onde a vida na Terra tenha iniciado atraves de meteoritos que abrigavam formas de vida primarias 6 mas a maioria das pesquisas concentra se em varias explicacoes de como a vida poderia ter aparecido de forma independente na Terra 7 Esta textura em forma de pele de elefante e um vestigio fossil de um tapete microbiano de nao estromatolitos A imagem mostra a localizacao no Leito Burgsvik na Suecia em que a textura foi identificado pela primeira vez 8 Por cerca de 2 bilhoes de anos os tapete microbiano colonias de varias camadas de diferentes tipos de bacterias eram forma de vida dominante na Terra 9 A evolucao da fotossintese aerobica os habilitou a desempenhar um papel importante na oxigenacao da atmosfera 10 ha 2 4 bilhoes de anos Esta mudanca na atmosfera aumentou sua eficacia como bercario da evolucao 11 Enquanto os eucariontes celulas com estruturas internas complexas poderiam estar presentes no inicio a sua evolucao acelerada quando eles adquiriram a capacidade de transformar o oxigenio a partir de um veneno Essa inovacao pode ser heranca dos eucariontes primitivos que transformavam o oxigenio saturado de bacterias atraves da Endossimbiose e transformando os em organelos chamados mitocondria 12 A evidencia mais antiga de complexos eucariontes com organelos como a mitocondria data de cerca de 1 85 bilhoes de anos A vida multicelular e composta apenas por celulas eucarioticas e sua evidencia mais antiga e do Grupo fossil de Francevillian de 2 1 bilhoes de anos 13 embora a especializacao das celulas para diferentes funcoes aparece pela primeira vez entre 1 43 bilhoes de anos um possivel Fungi e 1 2 bilhoes de anos provavelmente uma alga vermelha A reproducao sexuada pode representar um pre requisito a especializacao das celulas como um organismo multicelular assexuado pode estar em risco de ser tomado por celulas desonestas que retem a capacidade de se reproduzir 14 15 Opabinia fez a maior contribuicao individual para despertar o interesse na explosao cambriana Historia da paleontologia Editar Ver artigo principal Historia da paleontologia Na Idade Media os fosseis eram considerados criaturas misteriosas e devido ao forte contexto religioso da epoca muitos consideravam os fosseis como resultados de experimentos divinos para criar formas de vida superiores ou que eles eram uma amostra do poder da criacao Acredita se que os gregos foram os primeiro que vincularam esses vestigios as formas de vida preteritas Mas ainda pouco se sabia sobre leis e processos que ocorrem na Natureza A partir do seculo XVII houve grandes avancos no pensamento geologico os quais foram fundamentais para o nascimento da Paleontologia Nesta epoca o estudioso Nicolau Steno concluiu que a deposicao de estratos rochosos ocorre sempre por ordem cronologica da base a mais antiga para o topo a mais recente da coluna estratigrafica Esse principio chamado principio da sobreposicao das camadas embora pareca simples foi um grande progresso para a geologia e e um dos tres principios basicos da estratigrafia Mais informacoes Cronologia da paleontologia Ilustracao de uma mandibula de um elefante indiano e de um mamute topo do artigo de 1796 de Cuvier Embora a paleontologia tenha se estabelecido como ciencia no inicio do seculo XIX pensadores antigos ja tinham registros da observacao de fosseis O filosofo grego Xenofanes 570 475 a C concluiu atraves da observacao de fosseis de animais marinhos encontrados em localidades distantes do mar que na antiguidade estes locais estiveram submersos 16 Na idade moderna europeia o estudo sistematico dos fosseis emergiu como parte das mudancas da filosofia natural que ocorreu com a Revolucao Cientifica Ao final do seculo XVIII o trabalho de Georges Cuvier estabeleceu a anatomia comparada como uma disciplina cientifica 17 18 19 culminando com a publicacao de suas principais obras Licoes de anatomia comparada Lecons d anatomie comparee de 1805 20 Recherches sur les ossemens fossiles Investigacoes sobre ossadas fosseis de 1812 21 e o Discurso sobre as Revolucoes na Superficie do Globo de 1825 22 O aumento no conhecimento dos registros fosseis tambem desempenhou um papel crescente no desenvolvimento da geologia em particular da estratigrafia 23 A primeira metade do seculo XIX via a atividade geologica e paleontologica tornar se cada vez organizada com o crescimento das sociedades geologicas e dos museus 24 25 e um aumento dos geologos e especialistas em fosseis Interesse aumentado por razoes que nao eram puramente cientificas como a geologia e paleontologia que ajudaram a encontrar e explorar os recursos naturais como o carvao 26 Isto contribuiu para um rapido aumento do conhecimento sobre a historia da vida na Terra e avancar na definicao da escala de tempo geologico em grande parte baseada em evidencias fosseis Em 1822 Henri Marie Ducrotay de Blanville editor do Journal de Phisique cunhou o termo paleontologia para se referir ao estudo de organismos vivos atraves de fosseis 27 Como o conhecimento da historia da vida continuou a melhorar tornou se cada vez mais obvio que havia algum tipo de ordem sucessiva para o desenvolvimento da vida Isto encorajou teorias evolucionistas como a transmutacao das especies 28 Depois de Charles Darwin publicar A Origem das Especies em 1859 muito do foco da paleontologia voltou se para a compreensao dos caminhos evolucionarios incluindo a evolucao humana e a teoria da evolucao 28 Haikouichthys com cerca de 518 milhoes de anos pode ser o mais antigo peixe conhecido 29 A segunda metade do seculo XIX viu uma grande expansao da atividade paleontologica especialmente na America do Norte 30 Fosseis encontrados na China perto do fim do seculo XX tem sido particularmente importantes pois tem fornecido novas informacoes sobre a evolucao do animais como os peixes dinossauros e a evolucao da aves 31 As ultimas decadas do seculo XX tiveram um interesse renovado na extincao em massa e seu papel na evolucao da vida na Terra 32 Havia tambem um grande interesse na explosao cambriana que aparentemente viu o desenvolvimento das estruturas corporais da maior parte dos filos animais A descoberta de fosseis da biota Ediacarana e o aumento do conhecimento da paleobiologia sobre a historia da vida antes do cambriano 33 Os vertebrados permaneceram num grupo obscuro ate o aparecimento do primeiro peixe com mandibulas no Ordoviciano Superior 34 35 A crescente conscientizacao do trabalho pioneiro de Gregor Mendel sobre a genetica levou em primeiro lugar ao desenvolvimento da genetica populacional e em seguida a sintese evolutiva moderna que explica a evolucao como o resultado de eventos como a mutacao e a transferencia horizontal de genes que fornecem a variacao genetica com a deriva genetica e a selecao natural levando a mudancas nesta variacao ao longo do tempo 36 Em poucos anos o papel e o funcionamento do DNA na heranca genetica foram descobertos levando ao que hoje e conhecido como o Dogma Central da Biologia Molecular 37 Ver tambem EditarArqueologia Cronologia da paleontologia Fossil Historia da Paleontologia Museu Historico e Paleontologico de Monte Alto Museu de Paleontologia de Marilia Museu Nacional da UFRJ SedimentacaoReferencias a b c d e f g h Carvalho Ismar de Souza Paleontologia Volume 1 2 ª Edicao Rio de Janeiro Editora Interciencia 2004 ISBN 85 7193 107 0 a b M Black M Black 1997 The Quarterly Review of Biology S l Rhona acessodata requer url ajuda Faria Felipe 2012 Georges Cuvier do estudo dos fosseis a paleontologia 2012 S l s n ISBN 978 85 7326 487 6 Texto Scientia Studia amp 34 ignorado ajuda Formacao dos Oceanos Consultado em 17 de setembro de 2013 Schopf J 2006 Fossil evidence of Archaean life Philos Trans R Soc Lond B Biol Sci 361 1470 869 85 PMC 1578735 PMID 16754604 doi 10 1098 rstb 2006 1834 Arrhenius S 1903 The Propagation of Life in Space Die Umschau volume 7 32 paginas Bibcode 1980qel book 32A CS1 manut Falta pipe link Reprinted in Goldsmith D ed The Quest for Extraterrestrial Life S l University Science Books ISBN 0 19 855704 3 CS1 manut Nomes multiplos lista de editores link Hoyle F and Wickramasinghe C 1979 On the Nature of Interstellar Grains Astrophysics and 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