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Quando Eu Era Vivo

Quando Eu Era Vivo é um filme brasileiro de suspense e terror produzido por Rodrigo Teixeira e Raphael Mesquita e dirigido e escrito por Marco Dutra e Gabriela Amaral Almeida. Teve as filmagens iniciadas em setembro de 2012 e foi lançado no dia 31 de janeiro de 2014. O longa é uma adaptação de um livro de Lourenço Mutarelli, chamado A Arte de Produzir Efeito Sem Causa. O filme foi recebido com críticas positivas. Tanto a produção quanto seus atores foram indicados a diversos prêmios, incluindo o Prêmio Sesi/Fiesp de Cinema, Prêmio Quem, Prêmio Guarani e o Prêmio Carlão de Cinema Brasileiro.

Quando Eu Era Vivo
Quando Eu Era Vivo (PRT)
Pôster de divulgação do filme.
Brasil
2014 • cor • 1 h 25 min
Direção Marco Dutra
Produção Rodrigo Teixeira
Raphael Mesquita
Roteiro Marco Dutra
Gabriela Amaral Almeida
Elenco Antônio Fagundes
Sandy Leah
Marat Descartes
Tuna Dwek
Lourenço Mutarelli
Gilda Nomacce
Kiko Bertholini
Helena Albergaria
Gênero
Música Gabriela Cunha
Marco Dutra
Cinematografia Ivo Lopes Araújo
Edição Juliana Rojas
Companhia(s) produtora(s) RT Features
Camisa Treze
Distribuição Vitrine Filmes
Lançamento 31 de janeiro de 2014
Idioma português
Orçamento R$1,5 milhão

Antônio Fagundes, Marat Descartes e Sandy Leah interpretam os papéis centrais do longa. Gilda Nomacce, Kiko Bertholini, Helena Albergaria, Rony Koren, Tuna Dwek, Eduardo Gomes, Lilian Blanc, Carlos Albergaria, Marc Libeskind, Carla Kinzo, Caetano Gotardo e Lourenço Mutarelli fazem pequenas participações durante o filme.

Considerado um filme "indie", Quando Eu Era Vivo teve sua première internacional na 9ª edição do Festival Internacional de Cinema de Roma, na Itália.

Índice

Júnior (Marat Descartes) volta a morar com a família depois que perdeu o emprego e se separou da esposa. Ao chegar na casa que um dia já foi seu lar, ele se sente um estranho e passa seus dias no sofá do velho Sênior (Antônio Fagundes) remoendo a separação, o desemprego e sonhando com a jovem inquilina Bruna (Sandy Leah). Após achar alguns objetos que pertenciam à sua mãe, Júnior passa a querer saber tudo sobre a história da famíla e desenvolve uma estranha obsessão pelo passado, passando confundir delírio e realidade.

"Eu trabalhei para a RT Features como roteirista em 2008, para um projeto chamado Desgraçados, baseado em um quadrinho do Lourenço [Mutarelli] e eu mergulhei na obra dele. Aí eu esbarrei nesse livro que tinha acabado de sair e que me impactou muito por causa do tom e do olhar que ele tinha dessa coisa meio alegórica que é a relação entre pai e filho adulto. Eu falei com Rodrigo [Teixeira], mas ele me mandou esperar porque estava com outros projetos. Aí, no final de 2011, ele me ligou e chamou para fazer [o filme Quando Eu Era Vivo].
— Dutra para o AdoroCinema.

Quando o diretor Marco Dutra leu o romance A Arte de Produzir Efeito sem Causa, de Lourenço Mutarelli, considerou a obra "inadaptável" para o cinema. Cinco anos depois, com Juliana Rojas, ele transformou o livro em uma obra de horror psicológico. As gravações do filme se iniciaram em setembro de 2012 e foram rodadas inteiramente num apartamento na Avenida São Luiz, no centro de São Paulo. O filme foi gravado em 18 dias. O longa teve algumas sequências inspiradas no filme O Iluminado, de Stanley Kubrick: "O filme de Kubrick é a primeira referência que me vem à cabeça, inclusive por causa do visual do meu personagem", disse o ator Marat Descartes. Marco Dutra e a corroteirista Gabriela Amaral Almeida tiveram a liberdade e a permissão do autor para mudar o necessário e incluir este clima sombrio ao filme: "A sensação é de que havia elementos bons de trabalhar a dramaturgia. Esto curioso para ver a reação de quem leu a obra, ainda mais nesses tempos de Harry Potter, em que tudo precisa ser muito fiel", disse Dutra. Considerado um filme "indie", teve orçamento de cerca de R$1,5 milhão, valor relativamente baixo em vista de outros filmes nacionais. O AdoroCinema escreveu: "Além de brincar com elementos de horror brasileiros e contos urbanos, como a utilização do boneco do Fofão, Marco Dutra apresenta referências diretas ao clássico "O Iluminado", de Stanley Kubrick. Logo no início, há uma tomada no rosto mal barbeado de Marat Descartes que remete diretamente ao de Jack Nicholson, isso sem falar na mudança de atitude do personagem ao longo da produção e na peruca utilizada. Além disso, há crianças e um passado pouco explorado."

Em uma entrevista para o Purecine, Marco Dutra falou sobre a escolha de Sandy para o papel de Bruna, dizendo que "ficou dividido, porque 2% acreditava que as pessoas achariam estranho e 98% tinha certeza que essa aposta daria certo", ainda completou: "Eu tenho uma relação com a Sandy de infância. Mal ou bem, a minha geração cresceu junto com a dela. Resolvi arriscar, os produtores ficaram receosos no começo, mas depois ficou tudo tranquilo". Marco Dutra ainda acrescentou: "A voz é fundamental... fizemos testes com atrizes não cantoras, e a 'faísca' demorou a surgir, até que mandamos o roteiro pra Sandy, achávamos que ela não ia topar fazer, mas foi o contrário. Ela adorou o roteiro, ficou conquistada!" lembrou Dutra. Ele ainda comentou que "Sandy já estava envolvida bem antes de falarmos em cronograma, dinheiro. Ela realmente quis fazer e foi uma atriz entregue no set."

O ator Marat Descartes afirmou ter ficado muito surpreendido com a atuação de Sandy. Segundo ele, foi impressionante "a maturidade dela como atriz e a consciência que ela tinha a cada cena do que significava a Bruna dentro da narrativa." Dutra comentou a escalação de Fagundes dizendo: "O Fagundes já estava ligado ao projeto desde que o livro saiu. Foi lindo, ele se entregou e entendeu completamente o tema do livro e a nossa proposta de adaptação. Ele fez um Sênior que eu considero perfeito. Foi uma experiência muito boa".

Mesmo quando ainda não tinha sido oficialmente convidado para o papel principal do longa, Marat confessou ter ficado imediatamente "enlouquecido" quando leu o roteiro: "Eu vou fazer de qualquer forma, não tem escapatória. E foi maravilhoso fazer", contou o ator. Marat confirmou a inspiração em Jack Nicholson, mas reforçou que não foi a única: "Quando o Marco me contou a sinopse, de cara me veio O Iluminado, mas eu também tive outras referências. Foi muito importante para mim abordar alguns estudos psicanalíticos, que tornaram real este processo de loucura do Júnior." Antes de Marat Descartes, o ator cotado para viver o personagem Júnior era Fábio Assunção, porém ele se desligou da produção por conta do ritmo das gravações do seriado Tapas & Beijos.

Crítica

Críticas profissionais
Avaliações da crítica
Fonte Avaliação
AdoroCinema
Cinética
Instituto Moreira Salles
Cinema com Rapadura
Cineplayers
O Estado de S. Paulo (positiva)
Interlúdio (positiva)
Zero Hora (positiva)
CinePOP (positiva)
Cineclick

Quando Eu Era Vivo foi amplamente bem recebido pela crítica. Inácio Araújo, da Folha de S. Paulo, classificou o filme como "Bom", enquanto Alexandre Schnabl, do site Heloisa Tolipan, disse que ele "economiza nos efeitos, mas é do tipo que faz a espinha gelar!". Lucas Salgado, do AdoroCinema, deu à produção 4 de 5 estrelas, escrevendo: "Quando Eu Era Vivo conta com momentos realmente aterrorizantes, conduzidos com precisão pelo diretor. A montagem de Rojas e a fantástica trilha instrumental contribuem para os momentos de tensão tanto quanto as atuações. O roteiro de Dutra e Gabriela Amaral Almeida também merece destaque ao criar personagens interessantes e situações nada previsíveis." Juliano Gomes, do Cinética, avaliou o filme com 5 de 5 estrelas, dizendo que ele está "num patamar bastante acima da média do cinema dessa geração de diretores." José Geraldo Couto, do Instituto Moreira Salles, também deu ao filme 5 de um máximo de 5 estrelas e elogiou o diretor Marco Dutra dizendo: "Se seu longa de estreia, Trabalhar Cansa (codirigido por Juliana Rojas), tangenciava o suspense e o horror, como que tateando o terreno, em Quando Eu Era Vivo ele mergulha fundo no gênero, manipulando de modo muito pessoal suas regras e convenções." Diego Benevides, do Cinema com Rapadura, escreveu: "Desafiando o público a desvendar a história (e a se interessar pelo livro que deu origem ao roteiro), Quando Eu Era Vivo é mais um bom exemplo do que o cinema independente brasileiro tem feito e revigora um gênero de baixa expressividade. Não espere por grandes sustos, espere por tensão suficiente para não desgrudar os olhos da tela."

Heitor Romero, do Cineplayers, também elogiou a produção, comentando: "Nada em especial merece o crédito de uma obra original, mas em algum lugar e em algum momento do filme nasce algo de muito intuitivo, forte e perene, embora não seja possível (pelo menos para mim) dizer exatamente o que é. Talvez seja parte do charme da obra de Marcos Dutra brincar com a nossa percepção assim como brinca com a lógica de seus protagonistas." Luiz Zanin, d'O Estado de S. Paulo, fez uma crítica positiva e avaliou o filme como "Bom". Laura Cánepa, da revista Interlúdio, escreveu: "[...] é possível que estejamos testemunhando uma nova fase de sucesso para o horror paulista, semelhante à que tivemos no final dos anos 1970, quando nomes como Walter Hugo Khouri, John Doo e Jean Garrett davam ao gênero alguns de seus clássicos nacionais, como os sucessos As Filhas do Fogo, Ninfas Diabólicas e A Força dos Sentidos." Marcelo Perrone, do Zero Hora afirmou que o filme representa uma "vistosa abertura do circuito a um gênero que, inexplicavelmente, é para o cinema nacional como a cruz para o vampiro: o horror e suas diferentes vertentes." Raphael Camacho, do CinePOP, escreveu: "Quando Eu Era Vivo possui uma narrativa lenta e muito detalhista, pecando apenas por uma certa falta de sentido nos desfechos de alguns personagens. Mesmo assim, da maneira como foi filmado, a produção acerta em cheio ao conseguir manter os olhos do espectador sob atenção máxima durante toda a projeção." Camacho também disse que o roteiro é "muito interessante" e que "é um filme mais superficial do que aparenta ser, disfarçado com complexidades que nascem das nossas dúvidas, fator interessante. [...] Muito bom saber que há esperanças nos roteiros brasileiros. Nesse quesito, Quando Eu Era Vivo contribui e muito para deixarmos para trás anos de tristeza com as lembranças de roteiros ridículos de algumas produções nacionais."

O Cineclick avaliou o filme com 3 estrelas de 5 e escreveu: "Quando Eu Era Vivo surpreende o público em vários momentos e tem um final apreensivo e pouco previsível. [...] A má escolha de Marco Dutra foi optar por pontuar seu filme como passagens cômicas. Não funcionou. Estas destoam do propósito basilar da trama e só servem para minar o crescente de ansiedade que caracteriza o bom filme de suspense." O Cineweb também avaliou a produção com 3/5 estrelas e destacou a atuação de Fagundes e Descartes, dizendo que eles "são dois grandes atores cujo embate – dos personagens, das atuações – é o que há de mais interessante no filme. [...] a tensão entre eles cresce, até culminar numa espécie de anticlímax na cena final." O site Omelete avaliou o longa como "Bom". Daniel Schenker, do jornal O Globo, avaliou a produção com 3 de 5 estrelas, enquanto Suzana Uchôa Itiberê, da revista Preview a avaliou com 2.5 estrelas de 5. Robledo Milani, do Papo de Cinema, avaliou a produção com 4 de 5 estrelas e escreveu: "Este não é um filme que será visto por multidões como tantas comédias atuais, mas certamente é um trabalho que tem muito mais a dizer do que a maioria do que se tem feito recentemente no nosso país." Emilio Faustino, do ccine10.com.br, fez uma crítica negativa, dizendo que "De modo geral, o filme não agrada, é confuso e tem um desfecho pouco elucidativo. É o tipo de filme que te deixa cheio de perguntas e pouco se compromete em respondê-las."

Bilheteria

O filme foi lançado em apenas algumas cidades dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais em sua semana de estreia, tendo uma vendagem total de 2.789 ingressos. Em sua segunda semana de estreia, o filme chegou aos cinemas de cidades de estados como Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Goiás.

Elenco Original
Ator Papel
Antônio Fagundes Sênior
Marat Descartes Júnior
Sandy Leah Bruna
Gilda Nomacce Miranda
Kiko Bertholini Pedro
Helena Albergaria Olga
Rony Koren Paulinho
Tuna Dwek Lurdinha
Eduardo Gomes Zuzu
Lilian Blanc Enfermeira
Carlos Albergaria Júnior (Criança)
Marc Libeskind Pedro (Criança)
Carla Kinzo Silmara
Caetano Gotardo Silmar
Lourenço Mutarelli Donato
Wilhelmina McFadden Carol

Crítica

Sandy Leah interpretou Bruna.
Antônio Fagundes interpretou Sênior.

O Estado de S. Paulo comentou a atuação de Descartes, Fagundes e Leah escrevendo: "Cabe ressaltar, também, o elenco bom e bem dirigido. Marat Descartes, em interpretação calcada no Jack Nicholson de O Iluminado, mostra, mais uma vez, a variedade de expressões contida em seu estilo cool – e, nesse ponto, muito diferente de Nicholson. Fagundes está ótimo, com sua intensidade econômica de ator tarimbado que sabe jogar o jogo. Por fim, Sandy, cuja escolha parecia apenas jogada de marketing, dá conta do recado proposto. Tem mesmo o ar inocente que sua personagem exige, e consegue passar a ponta de mistério que apimenta a história." O site criticos.com.br disse que "A personagem de Sandy Leah oferece uma contribuição muito mais visual do que narrativa."

Para o AdoroCinema, "O diretor aproveita bem a presença de Sandy para utilizá-la em momentos em que aparece cantando. Ele não cria videoclipes, mas situações em que a música é de importância fundamental." Antônio Fagundes também foi elogiado: "Fagundes mostra todo o talento que muitas vezes é podado pela TV." Segundo o Cinética, a personagem de Sandy "é a boneca que se move, numa manobra absolutamente bem sucedida de incorporação do lastro icônico da imagem pública de Sandy; é a única que vem de fato de fora, e pode assim refazer o papel da mulher nesse espaço ritualístico." O Instituto Moreira Salles escreveu:

"A presença de Sandy entre os protagonistas, que surpreendeu tanta gente, pode ser compreendida não apenas nesse contexto musical, mas naquele sentido mais amplo mencionado acima, o de “partir do clichê para chegar a algo original”. Sandy entra em cena como a mocinha doce e angelical que parece saída de uma série americana das antigas e se transforma junto com o filme. Da interação/entrechoque desses três atores de gerações e estirpes diferentes (Fagundes, Marat e Sandy) surge algo novo, forte, indefinível e belo — como o filme de Marco Dutra."

O CinePOP avaliou a performance de Leah e Descartes: "Marat Descartes está muito bem na pele do protagonista. As mãos trêmulas, o olhar obsessivo e as atitudes suspeitas são aspectos retratados brilhantemente por esse ótimo artista. Seu personagem possui uma fala mansa e todas as ações da trama passam por ele. Mais um grande trabalho desse que é um dos melhores atores do cinema brasileiro atualmente. Para os curiosos de plantão, podemos afirmar que a Sandy atriz não compromete em nenhum momento. Óbvio que se fosse uma atriz mais rodada o filme ganharia demais com isso, até mesmo no quesito tensão, a personagem é bem desenvolvida mas percebe-se claramente que tinha mais suco para sair dessa limonada." O Cineweb observou que:

"Fagundes e Descartes são dois grandes atores cujo embate – dos personagens, das atuações – é o que há de mais interessante no filme. Como atriz, a cantora Sandy é esforçada, mas enfrenta três obstáculos: ser coadjuvante de dois atores muito mais experientes do que ela, uma personagem que não diz a que veio, e sua persona como cantora. Assim, ela precisa ser Sandy o tempo todo, com maquiagem e cabelo irretocáveis. Por outro lado, coadjuvantes como Gilda Nomacce e Tuna Dwek trazem um respiro de que o filme tanto precisa."

Laura Cánepa, da revista Interlúdio, descreveu Sandy como uma "atriz ainda pouco experiente" e disse que "ela ficou devendo". Cánepa afirmou que Sandy "foi prejudicada por uma maquiagem de popstar que foge do restante do elenco." No entanto, ela considerou que "mesmo em meio às atuações excelentes de Fagundes, Marat e Bertholini, está na presença de Sandy, também, o que o filme tem de mais original. [...] o clímax se dá quando ela entoa, ao lado de Marat Descartes, a canção tema do filme. E essa cena poderá entrar para qualquer antologia do horror brasileiro pela forma como consegue amalgamar diferentes horrores." Inácio Araújo, da Folha de S.Paulo, também criticou a maquiagem de Sandy: "No elenco muito bem dirigido, a composição menos compreensível é a de Sandy, com uma maquiagem que a deixa com ar de manicure e não de musicista: estranha opção à qual o filme, afinal, resiste bem." Emilio Faustino, do ccine10.com.br, fez uma crítica negativa e disse que "O filme não goza de boas interpretações e caminha mais para o trash do que para o sofisticado."

  • "Overture" (Guilherme Garbato, Marco Dutra)
  • "Bonequinho de Papel" (Guilherme Garbato, Gustavo Garbato) - Intérprete: Eduardo Gomes
  • "Call me" (Guilherme Garbato, Gustavo Garbato)
  • "Pertinho de Você (1978)" (Hugo Belardi) - Intérprete: Elizângela
  • "Quando a Noite Cai" (Marco Dutra, Sandy Leah) - Intérprete: Sandy Leah
  • "Serpente da Noite" (Guilherme Garbato, Marco Dutra, Caetano Gotardo) - Intérprete: Sandy Leah e Marat Descartes
  • "Quando Eu Era Vivo" (Marco Dutra, Caetano Gotardo) - Intérprete: Sandy Leah, piano por Marco Dutra
  • "Tema de Bruna" (Guilherme Garbato, Gustavo Garbato)
  • "Tema de Miranda" (Guilherme Garbato, Gustavo Garbato)
  • "Canon em Ré Maior (Music Box)" (Johann Pachelbel)
  • "Blue Sexy Nights (Ringtone)" (Guilherme "Xibrusk" Schildberg)
  • "Tocata e Fuga em Ré Menor" (Johann Sebastian Bach) - Piano por Marc Libeskind
  • "Serpente de Vidro" (Guilherme Garbato, Gustavo Garbato)
  • "Manicômio" (Guilherme Garbato, Marco Dutra)
  • "Temas Rituais" (Guilherme Garbato, Marco Dutra) - Piano por Guilherme Garbato e Marco Dutra

Referências

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  2. Uol. . Consultado em 18 de novembro de 2013
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Quando Eu Era Vivo
quando, vivo, filme, brasileiro, 2014, língua, vigiar, editar, filme, brasileiro, suspense, terror, produzido, rodrigo, teixeira, raphael, mesquita, dirigido, escrito, marco, dutra, gabriela, amaral, almeida, teve, filmagens, iniciadas, setembro, 2012, lançado. Quando Eu Era Vivo filme brasileiro de 2014 Lingua Vigiar Editar Quando Eu Era Vivo e um filme brasileiro de suspense e terror produzido por Rodrigo Teixeira e Raphael Mesquita e dirigido e escrito por Marco Dutra e Gabriela Amaral Almeida Teve as filmagens iniciadas em setembro de 2012 e foi lancado no dia 31 de janeiro de 2014 3 O longa e uma adaptacao de um livro de Lourenco Mutarelli chamado A Arte de Produzir Efeito Sem Causa 4 O filme foi recebido com criticas positivas 5 6 7 Tanto a producao quanto seus atores foram indicados a diversos premios incluindo o Premio Sesi Fiesp de Cinema Premio Quem Premio Guarani e o Premio Carlao de Cinema Brasileiro 8 9 10 11 Quando Eu Era VivoQuando Eu Era Vivo PRT Poster de divulgacao do filme Brasil 2014 cor 1 h 25 min Direcao Marco DutraProducao Rodrigo Teixeira Raphael MesquitaRoteiro Marco Dutra Gabriela Amaral AlmeidaElenco Antonio Fagundes Sandy Leah Marat Descartes Tuna Dwek Lourenco Mutarelli Gilda Nomacce Kiko Bertholini Helena AlbergariaGenero suspense terror dramaMusica Gabriela Cunha Marco DutraCinematografia Ivo Lopes AraujoEdicao Juliana RojasCompanhia s produtora s RT Features Camisa TrezeDistribuicao Vitrine Filmes 1 Lancamento 31 de janeiro de 2014 2 Idioma portuguesOrcamento R 1 5 milhaoSite oficial Antonio Fagundes Marat Descartes e Sandy Leah interpretam os papeis centrais do longa Gilda Nomacce Kiko Bertholini Helena Albergaria Rony Koren Tuna Dwek Eduardo Gomes Lilian Blanc Carlos Albergaria Marc Libeskind Carla Kinzo Caetano Gotardo e Lourenco Mutarelli fazem pequenas participacoes durante o filme 12 Considerado um filme indie 13 Quando Eu Era Vivo teve sua premiere internacional na 9ª edicao do Festival Internacional de Cinema de Roma na Italia 14 Indice 1 Sinopse 2 Antecedentes e desenvolvimento 3 Recepcao 3 1 Critica 3 2 Bilheteria 4 Elenco 4 1 Critica 5 Trilha sonora 6 Referencias 7 Ligacoes externasSinopse EditarJunior Marat Descartes volta a morar com a familia depois que perdeu o emprego e se separou da esposa Ao chegar na casa que um dia ja foi seu lar ele se sente um estranho e passa seus dias no sofa do velho Senior Antonio Fagundes remoendo a separacao o desemprego e sonhando com a jovem inquilina Bruna Sandy Leah Apos achar alguns objetos que pertenciam a sua mae Junior passa a querer saber tudo sobre a historia da famila e desenvolve uma estranha obsessao pelo passado passando confundir delirio e realidade 5 Antecedentes e desenvolvimento Editar Eu trabalhei para a RT Features como roteirista em 2008 para um projeto chamado Desgracados baseado em um quadrinho do Lourenco Mutarelli e eu mergulhei na obra dele Ai eu esbarrei nesse livro que tinha acabado de sair e que me impactou muito por causa do tom e do olhar que ele tinha dessa coisa meio alegorica que e a relacao entre pai e filho adulto Eu falei com Rodrigo Teixeira mas ele me mandou esperar porque estava com outros projetos Ai no final de 2011 ele me ligou e chamou para fazer o filme Quando Eu Era Vivo Dutra para o AdoroCinema 15 Quando o diretor Marco Dutra leu o romance A Arte de Produzir Efeito sem Causa de Lourenco Mutarelli considerou a obra inadaptavel para o cinema Cinco anos depois com Juliana Rojas ele transformou o livro em uma obra de horror psicologico As gravacoes do filme se iniciaram em setembro de 2012 e foram rodadas inteiramente num apartamento na Avenida Sao Luiz no centro de Sao Paulo 15 O filme foi gravado em 18 dias 16 O longa teve algumas sequencias inspiradas no filme O Iluminado de Stanley Kubrick O filme de Kubrick e a primeira referencia que me vem a cabeca inclusive por causa do visual do meu personagem disse o ator Marat Descartes Marco Dutra e a corroteirista Gabriela Amaral Almeida tiveram a liberdade e a permissao do autor para mudar o necessario e incluir este clima sombrio ao filme A sensacao e de que havia elementos bons de trabalhar a dramaturgia Esto curioso para ver a reacao de quem leu a obra ainda mais nesses tempos de Harry Potter em que tudo precisa ser muito fiel disse Dutra Considerado um filme indie teve orcamento de cerca de R 1 5 milhao valor relativamente baixo em vista de outros filmes nacionais 13 17 18 O AdoroCinema escreveu Alem de brincar com elementos de horror brasileiros e contos urbanos como a utilizacao do boneco do Fofao Marco Dutra apresenta referencias diretas ao classico O Iluminado de Stanley Kubrick Logo no inicio ha uma tomada no rosto mal barbeado de Marat Descartes que remete diretamente ao de Jack Nicholson isso sem falar na mudanca de atitude do personagem ao longo da producao e na peruca utilizada Alem disso ha criancas e um passado pouco explorado 5 Em uma entrevista para o Purecine Marco Dutra falou sobre a escolha de Sandy para o papel de Bruna dizendo que ficou dividido porque 2 acreditava que as pessoas achariam estranho e 98 tinha certeza que essa aposta daria certo ainda completou Eu tenho uma relacao com a Sandy de infancia Mal ou bem a minha geracao cresceu junto com a dela Resolvi arriscar os produtores ficaram receosos no comeco mas depois ficou tudo tranquilo Marco Dutra ainda acrescentou A voz e fundamental fizemos testes com atrizes nao cantoras e a faisca demorou a surgir ate que mandamos o roteiro pra Sandy achavamos que ela nao ia topar fazer mas foi o contrario Ela adorou o roteiro ficou conquistada lembrou Dutra Ele ainda comentou que Sandy ja estava envolvida bem antes de falarmos em cronograma dinheiro Ela realmente quis fazer e foi uma atriz entregue no set 15 O ator Marat Descartes afirmou ter ficado muito surpreendido com a atuacao de Sandy Segundo ele foi impressionante a maturidade dela como atriz e a consciencia que ela tinha a cada cena do que significava a Bruna dentro da narrativa 15 Dutra comentou a escalacao de Fagundes dizendo O Fagundes ja estava ligado ao projeto desde que o livro saiu Foi lindo ele se entregou e entendeu completamente o tema do livro e a nossa proposta de adaptacao Ele fez um Senior que eu considero perfeito Foi uma experiencia muito boa 15 Mesmo quando ainda nao tinha sido oficialmente convidado para o papel principal do longa Marat confessou ter ficado imediatamente enlouquecido quando leu o roteiro Eu vou fazer de qualquer forma nao tem escapatoria E foi maravilhoso fazer contou o ator 19 20 Marat confirmou a inspiracao em Jack Nicholson mas reforcou que nao foi a unica Quando o Marco me contou a sinopse de cara me veio O Iluminado mas eu tambem tive outras referencias Foi muito importante para mim abordar alguns estudos psicanaliticos que tornaram real este processo de loucura do Junior 15 Antes de Marat Descartes o ator cotado para viver o personagem Junior era Fabio Assuncao porem ele se desligou da producao por conta do ritmo das gravacoes do seriado Tapas amp Beijos 21 22 Recepcao EditarCritica Editar Criticas profissionaisAvaliacoes da criticaFonte AvaliacaoAdoroCinema 23 Cinetica 24 25 Instituto Moreira Salles 7 25 Cinema com Rapadura 26 Cineplayers 27 O Estado de S Paulo 6 positiva Interludio 28 positiva Zero Hora 29 positiva CinePOP 30 positiva Cineclick 31 Quando Eu Era Vivo foi amplamente bem recebido pela critica Inacio Araujo da Folha de S Paulo classificou o filme como Bom 32 enquanto Alexandre Schnabl do site Heloisa Tolipan disse que ele economiza nos efeitos mas e do tipo que faz a espinha gelar 33 Lucas Salgado do AdoroCinema deu a producao 4 de 5 estrelas escrevendo Quando Eu Era Vivo conta com momentos realmente aterrorizantes conduzidos com precisao pelo diretor A montagem de Rojas e a fantastica trilha instrumental contribuem para os momentos de tensao tanto quanto as atuacoes O roteiro de Dutra e Gabriela Amaral Almeida tambem merece destaque ao criar personagens interessantes e situacoes nada previsiveis 23 Juliano Gomes do Cinetica avaliou o filme com 5 de 5 estrelas dizendo que ele esta num patamar bastante acima da media do cinema dessa geracao de diretores 24 Jose Geraldo Couto do Instituto Moreira Salles tambem deu ao filme 5 de um maximo de 5 estrelas e elogiou o diretor Marco Dutra dizendo Se seu longa de estreia Trabalhar Cansa codirigido por Juliana Rojas tangenciava o suspense e o horror como que tateando o terreno em Quando Eu Era Vivo ele mergulha fundo no genero manipulando de modo muito pessoal suas regras e convencoes 7 Diego Benevides do Cinema com Rapadura escreveu Desafiando o publico a desvendar a historia e a se interessar pelo livro que deu origem ao roteiro Quando Eu Era Vivo e mais um bom exemplo do que o cinema independente brasileiro tem feito e revigora um genero de baixa expressividade Nao espere por grandes sustos espere por tensao suficiente para nao desgrudar os olhos da tela 26 Heitor Romero do Cineplayers tambem elogiou a producao comentando Nada em especial merece o credito de uma obra original mas em algum lugar e em algum momento do filme nasce algo de muito intuitivo forte e perene embora nao seja possivel pelo menos para mim dizer exatamente o que e Talvez seja parte do charme da obra de Marcos Dutra brincar com a nossa percepcao assim como brinca com a logica de seus protagonistas 27 Luiz Zanin d O Estado de S Paulo fez uma critica positiva e avaliou o filme como Bom 6 Laura Canepa da revista Interludio escreveu e possivel que estejamos testemunhando uma nova fase de sucesso para o horror paulista semelhante a que tivemos no final dos anos 1970 quando nomes como Walter Hugo Khouri John Doo e Jean Garrett davam ao genero alguns de seus classicos nacionais como os sucessos As Filhas do Fogo Ninfas Diabolicas e A Forca dos Sentidos 28 Marcelo Perrone do Zero Hora afirmou que o filme representa uma vistosa abertura do circuito a um genero que inexplicavelmente e para o cinema nacional como a cruz para o vampiro o horror e suas diferentes vertentes 29 Raphael Camacho do CinePOP escreveu Quando Eu Era Vivo possui uma narrativa lenta e muito detalhista pecando apenas por uma certa falta de sentido nos desfechos de alguns personagens Mesmo assim da maneira como foi filmado a producao acerta em cheio ao conseguir manter os olhos do espectador sob atencao maxima durante toda a projecao Camacho tambem disse que o roteiro e muito interessante e que e um filme mais superficial do que aparenta ser disfarcado com complexidades que nascem das nossas duvidas fator interessante Muito bom saber que ha esperancas nos roteiros brasileiros Nesse quesito Quando Eu Era Vivo contribui e muito para deixarmos para tras anos de tristeza com as lembrancas de roteiros ridiculos de algumas producoes nacionais 30 O Cineclick avaliou o filme com 3 estrelas de 5 e escreveu Quando Eu Era Vivo surpreende o publico em varios momentos e tem um final apreensivo e pouco previsivel A ma escolha de Marco Dutra foi optar por pontuar seu filme como passagens comicas Nao funcionou Estas destoam do proposito basilar da trama e so servem para minar o crescente de ansiedade que caracteriza o bom filme de suspense 31 O Cineweb tambem avaliou a producao com 3 5 estrelas e destacou a atuacao de Fagundes e Descartes dizendo que eles sao dois grandes atores cujo embate dos personagens das atuacoes e o que ha de mais interessante no filme a tensao entre eles cresce ate culminar numa especie de anticlimax na cena final 34 O site Omelete avaliou o longa como Bom 35 Daniel Schenker do jornal O Globo avaliou a producao com 3 de 5 estrelas 25 enquanto Suzana Uchoa Itibere da revista Preview a avaliou com 2 5 estrelas de 5 25 Robledo Milani do Papo de Cinema avaliou a producao com 4 de 5 estrelas e escreveu Este nao e um filme que sera visto por multidoes como tantas comedias atuais mas certamente e um trabalho que tem muito mais a dizer do que a maioria do que se tem feito recentemente no nosso pais 36 Emilio Faustino do ccine10 com br fez uma critica negativa dizendo que De modo geral o filme nao agrada e confuso e tem um desfecho pouco elucidativo E o tipo de filme que te deixa cheio de perguntas e pouco se compromete em responde las 37 Bilheteria Editar O filme foi lancado em apenas algumas cidades dos estados de Sao Paulo Rio de Janeiro e Minas Gerais em sua semana de estreia tendo uma vendagem total de 2 789 ingressos Em sua segunda semana de estreia o filme chegou aos cinemas de cidades de estados como Parana Santa Catarina Rio Grande do Sul e Goias 38 Elenco EditarElenco Original 39 Ator PapelAntonio Fagundes SeniorMarat Descartes JuniorSandy Leah BrunaGilda Nomacce MirandaKiko Bertholini PedroHelena Albergaria OlgaRony Koren PaulinhoTuna Dwek LurdinhaEduardo Gomes ZuzuLilian Blanc EnfermeiraCarlos Albergaria Junior Crianca Marc Libeskind Pedro Crianca Carla Kinzo SilmaraCaetano Gotardo SilmarLourenco Mutarelli DonatoWilhelmina McFadden CarolCritica Editar Sandy Leah interpretou Bruna Antonio Fagundes interpretou Senior O Estado de S Paulo comentou a atuacao de Descartes Fagundes e Leah escrevendo Cabe ressaltar tambem o elenco bom e bem dirigido Marat Descartes em interpretacao calcada no Jack Nicholson de O Iluminado mostra mais uma vez a variedade de expressoes contida em seu estilo cool e nesse ponto muito diferente de Nicholson Fagundes esta otimo com sua intensidade economica de ator tarimbado que sabe jogar o jogo Por fim Sandy cuja escolha parecia apenas jogada de marketing da conta do recado proposto Tem mesmo o ar inocente que sua personagem exige e consegue passar a ponta de misterio que apimenta a historia 6 O site criticos com br disse que A personagem de Sandy Leah oferece uma contribuicao muito mais visual do que narrativa 40 Para o AdoroCinema O diretor aproveita bem a presenca de Sandy para utiliza la em momentos em que aparece cantando Ele nao cria videoclipes mas situacoes em que a musica e de importancia fundamental Antonio Fagundes tambem foi elogiado Fagundes mostra todo o talento que muitas vezes e podado pela TV 23 Segundo o Cinetica a personagem de Sandy e a boneca que se move numa manobra absolutamente bem sucedida de incorporacao do lastro iconico da imagem publica de Sandy e a unica que vem de fato de fora e pode assim refazer o papel da mulher nesse espaco ritualistico 24 O Instituto Moreira Salles escreveu 7 A presenca de Sandy entre os protagonistas que surpreendeu tanta gente pode ser compreendida nao apenas nesse contexto musical mas naquele sentido mais amplo mencionado acima o de partir do cliche para chegar a algo original Sandy entra em cena como a mocinha doce e angelical que parece saida de uma serie americana das antigas e se transforma junto com o filme Da interacao entrechoque desses tres atores de geracoes e estirpes diferentes Fagundes Marat e Sandy surge algo novo forte indefinivel e belo como o filme de Marco Dutra O CinePOP avaliou a performance de Leah e Descartes Marat Descartes esta muito bem na pele do protagonista As maos tremulas o olhar obsessivo e as atitudes suspeitas sao aspectos retratados brilhantemente por esse otimo artista Seu personagem possui uma fala mansa e todas as acoes da trama passam por ele Mais um grande trabalho desse que e um dos melhores atores do cinema brasileiro atualmente Para os curiosos de plantao podemos afirmar que a Sandy atriz nao compromete em nenhum momento obvio que se fosse uma atriz mais rodada o filme ganharia demais com isso ate mesmo no quesito tensao a personagem e bem desenvolvida mas percebe se claramente que tinha mais suco para sair dessa limonada 30 O Cineweb observou que Fagundes e Descartes sao dois grandes atores cujo embate dos personagens das atuacoes e o que ha de mais interessante no filme Como atriz a cantora Sandy e esforcada mas enfrenta tres obstaculos ser coadjuvante de dois atores muito mais experientes do que ela uma personagem que nao diz a que veio e sua persona como cantora Assim ela precisa ser Sandy o tempo todo com maquiagem e cabelo irretocaveis Por outro lado coadjuvantes como Gilda Nomacce e Tuna Dwek trazem um respiro de que o filme tanto precisa 34 Laura Canepa da revista Interludio descreveu Sandy como uma atriz ainda pouco experiente e disse que ela ficou devendo Canepa afirmou que Sandy foi prejudicada por uma maquiagem de popstar que foge do restante do elenco 28 No entanto ela considerou que mesmo em meio as atuacoes excelentes de Fagundes Marat e Bertholini esta na presenca de Sandy tambem o que o filme tem de mais original o climax se da quando ela entoa ao lado de Marat Descartes a cancao tema do filme E essa cena podera entrar para qualquer antologia do horror brasileiro pela forma como consegue amalgamar diferentes horrores 28 Inacio Araujo da Folha de S Paulo tambem criticou a maquiagem de Sandy No elenco muito bem dirigido a composicao menos compreensivel e a de Sandy com uma maquiagem que a deixa com ar de manicure e nao de musicista estranha opcao a qual o filme afinal resiste bem 32 Emilio Faustino do ccine10 com br fez uma critica negativa e disse que O filme nao goza de boas interpretacoes e caminha mais para o trash do que para o sofisticado 37 Trilha sonora Editar Overture Guilherme Garbato Marco Dutra Bonequinho de Papel Guilherme Garbato Gustavo Garbato Interprete Eduardo Gomes Call me Guilherme Garbato Gustavo Garbato Pertinho de Voce 1978 Hugo Belardi Interprete Elizangela Quando a Noite Cai Marco Dutra Sandy Leah Interprete Sandy Leah Serpente da Noite Guilherme Garbato Marco Dutra Caetano Gotardo Interprete Sandy Leah e Marat Descartes Quando Eu Era Vivo Marco Dutra Caetano Gotardo Interprete Sandy Leah piano por Marco Dutra Tema de Bruna Guilherme Garbato Gustavo Garbato Tema de Miranda Guilherme Garbato Gustavo Garbato Canon em Re Maior Music Box Johann Pachelbel Blue Sexy Nights Ringtone Guilherme Xibrusk Schildberg Tocata e Fuga em Re Menor Johann Sebastian Bach Piano por Marc Libeskind Serpente de Vidro Guilherme Garbato Gustavo Garbato Manicomio Guilherme Garbato Marco Dutra Temas Rituais Guilherme Garbato Marco Dutra Piano por Guilherme Garbato e Marco Dutra 41 Referencias Adorocinema Quando Eu Era Vivo creditos Consultado em 24 de novembro de 2013 Uol Trailer Quando Eu Era Vivo Consultado em 18 de novembro de 2013 Uol Trailer Quando Eu Era Vivo Consultado em 18 de novembro de 2013 Marcelo Hessel Saem primeiras fotos de Sandy no filme de terror Quando eu Era Vivo Consultado em 14 de junho de 2013 a b c Adorocinema com Quando eu Era Vivo no Adoro Cinema Consultado em 14 de junho de 2013 a b c d Quando Eu Era Vivo O Estado de S Paulo a b c d Quando eu era vivo e o sono da razao Blog do IMS Finalista do Premio Sesi Fiesp de Cinema Consultado em 3 de janeiro de 2018 Arquivado do original em 25 de abril de 2016 20 premio Guarani Premio Quem de Cinema Indicados ao premio Carlao de Cinema Brasileiro Redacao Revista Rollingstone 12 de marco de 2013 Divulgadas as primeiras fotos de Quando eu Era Vivo filme estrelado por Sandy Consultado em 14 de junho de 2013 a b Sandy tera papel ousado em novo filme com direito a sexo e palavrao Jovem Pan Quando Eu Era Vivo ganha premiere internacional no 9º Festival Internacional de Cinema de Roma Recanto Adormecido Consultado em 10 de outubro 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